Autor: Roger Moreira
Folha de S.Paulo
Roger Moreira provoca presidenta Dilma com camiseta no Rock in Rio – Rock in Rio – MULTISHOW
“Nunca antes fomos tão roubados”, diz Roger, do Ultraje a Rigor | VEJA Rio
A gente somos inútil
Somos incompetentes de forma recorrente na gestão de um país de 200 milhões de habitantes, pobre e repleto de carências.
A história recente mostra, e não importa o partido, que o Brasil não consegue fazer a coisa certa de forma ordenada e racional durante muito tempo.
A crise atual (Dilma) é muito semelhante à vivida em 1998/1999 (FHC) e em 2002/2003 (FHC+Lula). Trata-se do mesmo cenário de explosão da dívida pública, do dólar em alta e da inflação renitente. De estelionato eleitoral descarado seguido, no pós eleição, de arrocho, alta de tarifas e tentativa de subir impostos.
Pode-se argumentar que atual crise é diferente porque Dilma está enfraquecida, não tem apoio no Congresso e a Lava Jato está na rua.
Mas a Lava Jato afetaria a presidente só marginalmente se sua economia estivesse arrumada, crescendo e distribuindo renda. Não lhe faltaria, se fosse popular, apoio político para tocar o país.
Os ajustes feitos por FHC e Lula em suas crises foram relativamente rápidos. Mas tivemos, para isso, a supervisão externa do FMI, que exigiu medidas ortodoxas e rápidas para emprestar bilhões de dólares ao Brasil.
Seguimos a receita do Fundo e as coisas voltaram a funcionar. O progresso dos anos Lula comprova isso.
Agora é diferente. Não temos o FMI para nos tutelar e forçar um ajuste. Pois nossas contas externas estão relativamente em ordem e melhorando. Temos também US$ 370 bilhões em reservas.
Exclusivamente por nossa conta, estamos há quase um ano da eleição de Dilma e não conseguimos fazer sequer um ajuste mínimo.
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Vale muito a pena rever abaixo páginas da Folha nas crises de 1998/1999 e de 2002/2003. É tudo igual: pacotes, dólar a R$ 4,00, CPMF e queda do PIB. Não aprendemos nada.
Roger (Ultraje a Rigor) – Entrevista “A gente (ainda) somos inútil” – Parte 3/3 – YouTube
26 de setembro – o dia mais pop| Entretenimento | Notícias | VEJA.com
26 de setembro – o dia mais pop
O pop toma conta no sábado. Lulu Santos dá o tom brasileiro à festa, quando hits não faltaram. Depois, o festival leva a banda indie australiana Sheppard, ainda não muito conhecida por aqui, portanto tocarão sabendo da importância de conquistar o público. Um dos maiores sucessos do pop inglês ao lado da banda Bastille, o cantor Sam Smith apresenta sua música influenciada pelo soul americano, que é capaz de fazer o público presente cantar em coro. E Erasmo Carlos sobe ao Palco Sunset junto com a banda Ultraje à Rigor. Fechando o dia, a hitmaker Rihanna chega ao Rock In Rio para fazer um dos shows mais energéticos e performáticos do festival.
Palco Mundo
0h Rihanna
22h30 Sam Smith
21h Sheppard
19h Lulu Santos
Palco Sunset
20h Sérgio Mendes e Carlinhos Brown
18h Angelique Kidjo
16h30 Erasmo Carlos e Ultraje a Rigor
15h Brothers of Brazil
Source: Guitarrista Mick Mars rouba a cena em show do Mötley Crüe | Entretenimento | Notícias | VEJA.com

