“Ultraje tem um papel importante com Inútil – ‘a gente não sabemos escolher presidente’.”
Whiplash.Net – Rock e Heavy Metal
Source: Led Zeppelin priorizava música ou letra? Paulo Ricardo compara caso com artistas brasileiros
“Ultraje tem um papel importante com Inútil – ‘a gente não sabemos escolher presidente’.”
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Jornalistas oportunistas, que saltam da comunicação para a política, são, parafraseando o imortal Cazuza, “Um museu de grandes novidades”. Com a onipotência, onipresença e onisciência da internet e das redes sociais, influencers se tornaram os antigos jornalistas oportunistas. Uma vez invadidos em seus territórios, políticos, agora, dão o troco e correm para o jornalismo. Como canta a banda Ultraje a Rigor: “Nós vamu invadir sua praia”.
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Entrei no carro e meu pai colocou para tocar uma música que na hora identifiquei como sendo da banda Legião Urbana. O gosto musical do meu pai se resume a rock nacional dos anos 80 e 90. Quando está trabalhado ou dirigindo só toca RPM, Ultraje a Rigor, Titãs, Engenheiros do Hawaii, Paralamas do Sucesso e, principalmente, Legião Urbana.
Quase quatro décadas depois de Roger Moreira e a banda de rock Ultraje a Rigor, com a música “Inútil”, terem popularizado o refrão “inútil/ a gente somos inútil”, foi a vez de o historiado israelense Yuval Harari vaticinar o surgimento de uma nova classe de seres humanos, “os inúteis”.A música “Inútil”, originalmente gravada em 1983, tornou-se conhecida em 1985, quando saiu o primeiro álbum do grupo Ultraje a Rigor, “Nós Vamos Invadir Sua Praia”. E ainda que a letra tenha virado um hino dos jovens que, na época, abraçaram a campanha das “Diretas Já”, pela frase “a gente não sabemos escolher presidente”, o próprio Roger, tempos depois, se encarregaria, por meio de atitudes e manifestações públicas, de esclarecer que a intenção nunca foi de reinvindicação política, mas, apenas, retratar o brasileiro como visto pelos estrangeiros, pois, afinal, se “A gente não sabemos escolher presidente/ A gente não sabemos tomar conta da gente/ A gente não sabemos nem escovar os dente/ Tem gringo pensando que nóis é indigente”. Logo: “Inútil/ A gente somos inútil”.
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Houve algo de especial em 1985 que transformou o cenário musical brasileiro. Talvez um alinhamento cósmico, ou ventos criativos que espalharam a fagulha efervescente do chamado BRock. Foi o ano em que Legião Urbana estreou com o disco homônimo, trazendo hinos como “Será” e “Ainda é cedo”. O Ultraje a Rigor lançou o irônico e mordaz “Nós vamos invadir sua praia”. Os Titãs apresentaram “Televisão”. “O passo do Lui”, álbum que os Paralamas do Sucesso lançaram no fim de 1984, estourou de vez em 1985. E o RPM surgiu com a sonoridade inédita de “Revoluções por minuto”, misturando rock, synthpop e new wave.
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Roger Moreira – Cantor, guitarrista, compositor e fundador da banda Ultraje a Rigor, nasceu em 12/09/1956. Além de seguir com a banda, participa do programa “The Noite”, com Danilo Gentili, no SBT.
Leia mais em: https://www.opovo.com.br/agencia/flipar/2025/06/04/herbert-vianna-lidera-banda-em-show-especial-veja-roqueiros-brasileiros-que-seguem-na-ativa.html
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A música também só começou a falar diretamente ao povo, contra a repressão, com a explosão do rock brasileiro, em músicas como “Proteção”, da Plebe Rude e, principalmente, “Inútil”, do Ultraje a Rigor. A música, junto com Sócrates, Casagrande, Wladimir, representantes da Democracia Corintiana, foi cantada por milhares na Praça da Sé, na maior convenção a favor das eleições diretas para presidente do País. Resumindo: a contestação saiu da união do futebol com o rock, coisas que todo mundo captava. Transgressão, mesmo que em tempos mais leves.
Juntou sua banda, chamou os conhecidos, os mais chegados e gravou o disco que faltava para aquela multidão que pedia voto, liberdade e a Copa do Mundo, cantar em uníssono, lá na Praça da Sé. “Inútil, a gente somos inútil”.
Em 13 de janeiro de 1984, o principal nome das campanhas da Diretas, conhecido como Sr. Diretas em pessoa, deputado federal Ulysses Guimarães, declarou que ia mandar o compacto de “Inútil” para o presidente João Figueiredo. A letra dizia, entre outras coisas, que “a gente não sabemos escolher presidente/ a gente não sabemos tomar conta da gente”. A citação ratificava o jovem rock nacional como trilha sonora da década. Enquanto que, no exílio, os representantes da MPB escreviam canções e faziam filmes que, nem sempre, os mesmos compreendiam.

INÚTIL – ULTRAJE A RIGOR
Essa é uma música que faz uso perfeito da licença poética com metalinguagem no verso do refrão (A gente somos inútil) que segue a lógica interna de (A gente não sabemos escolher presidente/A gente não sabemos tomar conta da gente/A gente não sabemos nem escovar os dente/ Tem gringo pensando que nóis é indigente).Faz total sentido os erros gramaticais, pois eles estão em função do discurso que o autor pretende fazer em defesa de uma ideia. Não teria nenhum cabimento o uso da gramática normativa nesse caso, assim como nos casos abaixo.
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