Entrevista Ultraje a Rigor – Universo Teen.
Revista MUZK #17 – Ultraje a Rigor
Ensaio | Ultraje a Rigor | 14/12/2014 | Bloco 01 – YouTube
“Nós vamos invadir sua praia”: SP tem 8 surfistas em Rio Pro sem cariocas
“Nós vamos invadir sua praia”: SP tem 8 surfistas em Rio Pro sem cariocas.
“Separa um lugar nessa areia”, “A sua praia vem bem a calhar”… Os versos da música “Nós vamos invadir sua praia”, sucesso do Ultraje A Rigor na década de 1980, encaixam bem com o cenário do Rio Pro, etapa brasileira da Liga Mundial de Surfe, que está sendo disputada até o dia 22 de maio na Barra da Tijuca. Dos 12 representantes brasileiros no evento, oito são de São Paulo: Adriano de Souza (Mineirinho), Gabriel Medina, Filipe Toledo, Miguel Pupo, Wiggolly Dantas, além dos convidados David do Carmo, Alex Ribeiro e Luana Coutinho. Dos demais, três vêm do Nordeste: Silvana Lima (Ceará), Jadson André e Ítalo Ferreira (Rio Grande do Norte), e um do sul: Alejo Muniz, que nasceu na Argentina e cresceu em Santa Catarina.
Celebridades – PanHotéis – Banda Ultraje a Rigor hospeda-se no Promenade Lavras (MG)
Ultraje a rigor – Jornal da Manhã
Nestes últimos tempos temos sido surpreendidos com toda a sorte de notícias ruins, que apenas confirmam uma crise ética, maior que a crise política e econômica no Brasil.
Agora, depois de todo o final conturbado do ano de 2014 e também deste início de 2015, acirrado por processos políticos mal explicados, onde o cidadão comum teme por seus ganhos conquistados, achar que um simples balanço, torna os problemas gerados na maior empresa do país, “página virada” na história é ultraje a rigor.
Tão nefasto quanto este episódio, foi no dia anterior, um governador mineiro dar uma honraria da Medalha da Inconfidência a um elemento (usando aqui linguagem apropriada), que ao arrepio da lei, invade propriedades privadas, destrói pesquisas agrícolas, possui até um exército já convocado para inibir protestos legítimos e reivindicações pacíficas.
Não quero e não vou entrar pela seara política, discutindo mazelas de quaisquer dos lados, mas não posso deixar de observar o quão danoso para a dita Pátria Educadora este gesto representou, sendo novo ultraje a rigor.
Neste episódio, onde outros agraciados devolvem o que deveria ser uma honraria, onde se deseja comparar Stédile a um Tiradentes do Século XXI, a situação fica mais grave, pois se um se insubordinou contra os desmandos da coroa portuguesa, o outro atua para manter os desmandos da coroa no poder brasileiro.
Tenho escutado muita gente e lido artigos, onde sobressai a estranheza desta homenagem. Aqui mesmo vi o G9 e neste caso específico liderado pelo SRU do presidente Romeu Borges, indignado como classe produtora que sustenta o país, e Uberaba é um ícone de produção neste setor, quando estamos iniciando mais uma feira tradicional de Gado Zebu em nossa terra, saber que o elemento que leva intranquilidade ao campo, recebe do governador mineiro essa distinção.
No tempo em que presidi a ACIU, já falávamos em insubordinação no recolhimento de tributos, depósito em juízo para evitar multas e juros, mas nada que em 30 ou 60 dias, não levassem as autoridades a rever a relação. A única forma eficaz de demonstrar o descontentamento do setor produtivo do país é evitar o recolhimento dos tributos nas três esferas de poder. Ao sentir no bolso esse baque, talvez sejamos melhores ouvidos e menos ultrajados, por quem teoricamente nos comanda e que deveria dar o exemplo.
Vivemos um momento grave na história recente do país e creio que não são com afrontas desse nível, com homenagens a foras da lei, no que rezam as nossas atuais leis, que chegaremos a um bom termo e nível para a governabilidade do Brasil.
Finalizo este artigo, que acreditava nunca ter que escrever, motivado pela insensibilidade do governador e equipe, pedindo às nossas lideranças classistas e empresariais, que rebatam essa desconsideração, não apenas com notas de repúdio e cartas ao governador, legítimas e necessárias, mas com a avaliação correta para o início de um processo de não recolhimento de tributos. Este seria nosso verdadeiro ultraje a rigor para eles, com 95% no mínimo de aprovação pela sociedade.
…”A gente não sabemos escolher presidente… Inútil, a gente somos inútil”
Karim Abud Mauad
karim.mauad@gmail.com
Estúdios chamam famosos para dublar games e são alvo até abaixo-assinado – 27/04/2015 – Tec – Folha de S.Paulo
Abaixo, a entrevista completa que cedi à Folha, da qual foram aproveitadas apenas duas frases.
- Como rolou o convite para você dublar o Mendonza no Battlefield Hardline?
- O nome dele é Mendoza, não Mendonza. E vc é um “expert” em games, teoricamente. Esse é um dos motivos de minha irritação com a reação de parte dos gamers: normalmente são apenas crianças que jogam videogame, nenhum conhecimento teórico de porra nenhuma mas cheios de razão para julgar aquilo que não conhecem. Voltando à pergunta, não sei como rolou o convite. Meu escritório me ligou perguntando se eu queria fazer e eu disse que sim.
- Você costumava jogar os games da série ou outros jogos de tiro?
- Sim, mas já faz um tempo. Comecei com castelo Wolfenstein e fui até o Call of Duty.
- Como você se identifica com o Nick Mendonza? O que ele tem de parecido contigo?
- Não sei . Somos latinos. Acho que é tudo.
- Essa foi sua primeira experiência de dublagem em games? Como você a avaliaria? Faria outra vez?
- Sim. Acho que fiz muito bem a tarefa. É importante que esses chupetas saibam que fui convidado e fui dirigido, além de avaliado pela própria EA nos EUA, que recebia a gravação e pedia correção de eventuais falhas de interpretação. Eu nunca vi nenhuma imagem enquanto dublava, tínhamos apenas o som e a referência da frase em inglês. Às vezes, nem essa referência. Por vezes a frase tinha que caber no mesmo tempo da frase original, às vezes não. Muitas vezes tínhamos que adivinhar (eu e o diretor) a quê a frase se referia, pois nenhuma anotação ou referência existia. Essas frases também não vinham na ordem certa. De forma que fiz exatamente o que deveria ter feito e muito bem. Faria outra vez, mas não pelo que recebi. Se soubesse que haveria tanto pentelho de 13 anos de idade, cronológica ou mental, me enchendo o saco, teria cobrado mais.
- Sua dublagem não foi bem recebida por alguns jogadores, que te criticaram pela qualidade e por ter “roubado” o lugar de um profissional. Como você responde a essas críticas?
- Cretinice. Tinha gente me malhando antes da dublagem sair. Criticavam por inveja ou por serem “de esquerda”. Esquerda caviar, claro, já que jogos e suas plataformas são produto do bom e velho capitalismo. Quanto a “roubar” o lugar de um profissional, não roubei nada nem fui me oferecer, fui convidado. Por acaso dubladores que cantam estão roubando o lugar de um músico?
- No Twitter, em resposta a um internauta, você disse preferir o jogo em inglês e usou o termo “burro”. Você estava se referindo às pessoas que jogam em português?
- Estava apenas chamando um único cara de burro. Mas a ignorância hoje em dia é tanta que qualquer frase é motivo de polêmica. Claro que nem todo mundo é obrigado a saber inglês. Mas que é uma vantagem é, ainda mais para quem consome produtos importados.
- Por último, você poderia me explicar brevemente a “interação” que você teve com o Guilherme Briggs por causa disso?
- Guilherme Briggs, que eu não sabia quem era, me tuitou dizendo que eu deveria aceitar as críticas. Respondi que não eram críticas e que os consumidores não aceitaram a dublagem “de boa”. Respondi algo como “ah, tá, da mesma forma que estão aceitando a dublagem”. E disse “get a job”, por não saber quem ele era. Deveria ter dito “get a life”. Mas, de qualquer forma, um outro cara entrou na conversa e eu xinguei esse outro. Guilherme então, da mesma maneira canalha que pegam uma frase minha e generalizam para conseguir audiência, retirou o nome desse outro do tuíte antes de retuitar, para parecer que o xingamento era pra ele. Puxa, quanta necessidade de atenção! Quanta insegurança!
Ultraje a Rigor se apresenta na Virada Cultural Paulista em Marília | Catraca Livre
Corinthians faz torcida do São Paulo vaiar hino do próprio clube do Morumbi – Futebol – iG
Corinthians faz torcida do São Paulo vaiar hino do próprio clube do Morumbi – Futebol – iG.
O São Paulo preparou uma festa com muito rock and roll antes da partida decisiva contra o Corinthians na rodada final da fase de grupos da Libertadores. Convidou alguns músicos são-paulinos como Andreas Kisser, do Sepultura, Nasi, do Ira!, e Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, para tocarem uma versão “heavy metal” do hino do clube do Morumbi.
Série sobre André Midani traça panorama da MPB – 10/03/2015 – Ilustrada – Folha de S.Paulo
Midani lembra que a gravadora Phonogram passava por uma grande crise nos anos 1980 e não tinha dinheiro para gravar artistas conhecidos. Ele foi então às ruas buscar “gente barata” e encontrou, assim, os Titãs e o Ultraje a Rigor.
via Série sobre André Midani traça panorama da MPB – 10/03/2015 – Ilustrada – Folha de S.Paulo.



