Vocalista do Ultraje a Rigor, Roger fala sobre o “Teleton 2015” – TV UOL

Vocalista do Ultraje a Rigor, Roger fala sobre o “Teleton 2015”
Vocalista da banda Ultraje a Rigor, Roger também participou do “Teleton 2015”.O cantor falou sobre a maratona televisiva promovida pelo SBT em prol da AACD e também comentou sobre o “The Noite”, programa do qual faz parte.Assista!

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“Nós vamos invadir sua praia”. Do Uber ao infinito… e além. | Rodrigo Victor, CEA | LinkedIn

“Nós vamos invadir sua praia”. Do Uber ao infinito… e além.

Músicas, como esta do título, que marcaram uma época, são o que são, por serem atemporais. Foram importantes em seu lançamento, mas transmitem uma mensagem atual, e podem ser a trilha sonora do que estamos vivendo agora, em pleno ano de 2015.

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Os 89 anos de Chuck Berry | Universo Retro

Roger Moreira (Ultraje a Rigor)“Eu o conheci através dos Beatles, Rolling Stones, Johnny Winter e muitos outros que o regravaram. Fiquei curioso em saber quem era aquele que tinha criado aquele riff para guitarra e aquelas letras geniais. Acho que o conheci nos anos 70. No Ultraje houve muita influência, como em ‘Independente Futebol Clube’, por exemplo, foi baseada em um formato de Rock and Roll que, para mim, era simplesmente tradicional. Só mais tarde fui saber que vinha de Chuck Berry. Todas aquelas canções no formato 12-bar, I-IV7-V, ou, para os mais leigos, nos famosos 3 acordes, no Lá, Ré Mi (muito embora ele usasse outros tons), foram influência dele, ainda que indiretamente, através de tantos outros que beberam em sua fonte, desde a Jovem Guarda até o Hard Rock dos anos 60 e 70. Ele inventou a coisa toda. Embora exista a alegação de que ele copiou seus riffs de Johnnie Johnson, seu pianista, ao adaptá-los para a guitarra ele fez o rock ser coisa de guitarra. Sem falar nas letras geniais, que também influenciaram muitos letristas, eu inclusive.”

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Geraldo Vandré, Leci Brandão e Roger Moreira estão na coluna desta quinta

A música como instrumento de denúncia das mazelas de seu tempo é a marca dos homenageados de hoje.

E no rock…

 

O vocalista do Ultraje a Rigor, Roger Moreira, tem um QI muito alto e poucas pessoas sabem – Foto: divulgação MTV

A crítica social, política e dos costumes com muita irreverência é a marca do cantor e compositor ROGER, líder da banda “ULTRAJE A RIGOR”, nascido em 12 de SETEMBRO de 1956. Logo em seu primeiro trabalho, o álbum “Nós Vamos Invadir Sua Praia”, mostrava a que veio. Utilizando uma sofisticada silepse cruzada , chamava a atenção para a falta de liberdade e perspectiva dos jovens do seu tempo em “INÚTIL”.

Source: Guitar Talks

12 discos fundamentais para explicar a década de 1980 no rock nacional

6. ULTRAJE A RIGOR: “NÓS VAMOS INVADIR SUA PRAIA” – 1985

A banda paulista mostrava suas armas (muita ironia, crítica social e por vezes, o uso de um português propositalmente descuidado), para conquistar o Brasil. No repertório, megassucessos como “Inútil” (na qual o autor utilizava o requinte de uma silepse cruzada para chocar o ouvinte), “Rebelde Sem Causa” (mais cáustica em relação aos jovens da classe média, impossível), “Mim Quer Tocar”. “Ciúme”, “Marylou”, “Eu Me Amo” e “NÓS VAMOS INVADIR SUA PRAIA”.

Source: Guitar Talks

Críticas 26/09: O arrastão de Rihanna e a realeza de Lulu – Jornal O Globo

ERASMO E ULTRAJE A RIGOR ANIMAM SEM FAZER HISTÓRIA

POR LEONARDO LICHOTE

Ultraje a Rigor e Erasmo Carlos se reuniram no palco do festival que comemora trinta anos de Rock in Rio – Barbara Lopes / Agência O GloboO encontro de Erasmo Carlos com Ultraje a Rigor no Palco Sunset terminou com a plateia pedindo bis, depois de uma série ininterrupta de hits do repertório de ambos. Mas – sobretudo pelo som sem definição, embolado, que prejudicou a banda e a voz do Tremendão – o encontro ficou no meio do caminho da explosão de “rock de raiz” (como definiu Roger na abertura do show) que se anunciava e que se mostrou quando Erasmo abriu a apresentação cantando ao lado do Ultraje “Terror dos namorados” e “Fama de mau” (mesmo ali, porém, já havia problemas no som).Quando o Tremendão deixou o palco para o Ultraje, Roger, assumidamente anti-PT, começou a dar contornos políticos à apresentação – trazendo para o presente músicas que originalmente se referiam a outros momentos históricos. Vestindo uma camisa com o verso “A gente não sabemos escolher presidente”, ele se dirigiu à plateia:— Trinta anos depois (no período de redemocratização do Brasil, quando não havia eleições diretas para presidente), vamos ver se dessa vez a gente aprende – e começou “Inútil”, seguida de “Filha da puta”. — Os caras cagam, a gente paga.Erasmo e Ultraje compartilham dos mesmos mestres (fundadores do rock como Chuck Berry e Beach Boys) e do mesmo tipo de humor de sagacidade adolescente. “Eu me amo”, “Marylou” e “Ciúme” poderiam ser músicas de Erasmo, como se nota quando se vê as duas bandas tocando juntas, assim como “Festa de arromba”. Algo que potencializaria o encontro se não fosse pelo som constantemente ruim, que tirou força da ótima e pesada interpretação do Tremendão para “Quero que vá tudo pro inferno” e do clássico “Eu sou terrível” – e do show como um todo, em muitos momentos carente de vibração. Mesmo o encerramento com todos juntos em “Nós vamos invadir sua praia”, grande canção do Ultraje (e que talvez seja a mais agudamente contemporânea do seu repertório), pareceu uma sombra do que poderia ter sido. O suficiente para empolgar a plateia, mas sem o impacto de encontro histórico.

Cotação: Regular

Source: Críticas 26/09: O arrastão de Rihanna e a realeza de Lulu – Jornal O Globo