7. Nós Vamos Invadir Sua Praia – Ultraje a Rigor: Lançado em 1985, é um dos primeiros álbuns do movimento punk no Brasil, com letras irreverentes e críticas sociais.
Source: Os 30 melhores álbuns do rock nacional – Acordes e Palavras
7. Nós Vamos Invadir Sua Praia – Ultraje a Rigor: Lançado em 1985, é um dos primeiros álbuns do movimento punk no Brasil, com letras irreverentes e críticas sociais.
Source: Os 30 melhores álbuns do rock nacional – Acordes e Palavras
Nos seus últimos anos, o Lira foi também um berçário do rock nacional, onde se apresentaram bandas como Titãs e Ultraje a Rigor. O lugar era pequeno, suportava no máximo 250 pessoas e com 150 já ficava lotado. Mas era incrivelmente quente e emanava inquietude.
Source: Um novo documentário sobre o Lira Paulistana – 07/03/2024 – Andanças na metrópole – Folha
Depois que a maioria dos briosos edis, ainda em março de 2023, rejeitou uma moção que repudiava a baderna golpista, que contou com invasão e quebra-quebra em Brasília, no dia 8 de janeiro do ano passado, dizem as más línguas que esses vereadores curtem a trilha sonora oitentista do grupo Ultraje a Rigor:Mistura sua laiaOu foge da raiaSai da tocaiaPula na baiaAgora nós vamos invadir sua praia…”
Estudos mostram que pessoas tendem a achar que são melhores do que as outras, além de menos propensas a perigos. E isso pode sabotar a busca por saúde
“Eu me amo, eu me amo, não posso mais viver sem mim”, diz o hit do Ultraje a Rigor, que embalou os anos 1980. Curiosamente, essa pode ser uma canção suportada pela ciência.
Leia mais em: https://saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra/nao-posso-mais-viver-sem-mim
“Me amo, me amo, ya no puedo vivir sin mí.”, dice el éxito Ultraje a Rigor, que sacudió los años 80. Curiosamente, esta podría ser una canción respaldada por la ciencia.
Em entrevista a um site local (no mês de abril de 2021), o ainda deputado estadual pelo partido Novo, Giuseppe Riesgo, mandara, nas entrelinhas, um recado ao governador Eduardo Leite (PSDB), com trechos da música oitentista “Independente Futebol Clube” da banda ‘Ultraje a Rigor’. O parlamentar se diz independente politicamente:“Você não manda em mimEu não mando em vocêEu só faço o que eu queroVocê só faz o que quer…”
Nesses bailes, os próprios amigos selecionavam a música que ouviam – tanto Rogério quanto Cristina lembraram como os bailes eram “improvisados por eles”, que por conta própria traziam o som e as luzes – ao contrário de hoje, onde a música é pré-estabelecida pelos DJ`s. Do mesmo modo, na década de 1970, predominava entre os amigos de Maria Cristina o disco (como exemplo clássico de Bee Gees, além do contexto do filme Embalos de Sábado a Noite como modelo a ser seguido nesses bailes), ao passo que predominava entre os amigos de Rogério o rock (com bandas como The Cure, U2, Legião Urbana e Ultraje a Rigor). Há, dessa forma, outra diferença fundamental nessa cultura de dança: a grande maioria das músicas dançadas nas duas épocas eram também “cantadas”, ao passo que o eletrônico de hoje é caracterizado pela (quase) ausência de voz. Alunos e professores podem trazer músicas da época dos entrevistados e dos alunos para efetuar tal comparação. No caso de Cristina, aliás, a influência dos “filmes de dança” é bastante forte entre sua faixa de idade; é interessante notar como tais filmes hoje são menos comuns, o que, como pode ser discutido entre os alunos, pode inclusive estar ligado à diferença dos arranjos musicais.
Eu quero levar uma vida moderninha / Deixar minha menininha sair sozinha / Não ser machista e não bancar o possessivo / Ser mais seguro e não ser tão impulsivo / Mas
Source: Ciúme (part. Ultraje a Rigor) – Roberto Carlos (letra da música) – Cifra Club
Ademais, o carro era só elogios de seus proprietários, e fazia sucesso com os famosos: o Roger, vocalista da banda Ultraje a Rigor, teve um amarelo; Ayrton Senna usava frequentemente um prata (na época de sua parceria com a Ford); e, hoje, o jornalista e apresentador do Jornal Nacional, Willian Bonner, é dono de um vermelho.

Source: Ford Escort XR3: o esportivo que era sensação para poucos – Carros e Garagem