Criatura de Sebo: Grupo Paranga – 1982 – Chora Viola, Canta Coração

No começo da década de 80 – paralelamente à cena pop-rock, em que bandas como Titãs, Ultraje a Rigor e Ira! comandavam a festa –, vinha à tona o que veio a se chamar de Vanguarda Paulistana: movimento de cunho experimentalista, que trabalhava letras de humor refinado, ao mesmo tempo que fundia as raízes musicais brasileiras ao rock e à música erudita contemporânea. Foi no principal reduto desse movimento, o Teatro Lira Paulistana, que o mosaico musical do Paranga ganhou maior acolhida de público, os luizenses marcando época ao lado de artistas como Arrigo Barnabé, Itamar Assunção e grupos como Premeditando o Breque, Rumo e Língua de Trapo.

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“Chega está na fase ultradigital, PS e outros no modo analógico”

“Tavares agora pertence ao ecossistema bolsonarista. Na perspectiva de que o ator é a rede, é como se a extrema-direita do Brasil estivesse a dizer ‘eu vou invadir a sua praia’ [alusão a música do grupo rock brasileiro Ultraje a Rigor] e vou invadi-la com o meu modo de narrar a realidade, sendo que a praia é o espaço digital português”.

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Roberto Carlos: Especiais desde 1974 serão reprisados – 03/02/2024 – Ilustrada – Folha

Programas desde 1974, em reexibição, dimensionam um artista mais ousado reverenciando seus ídolos

Mas nesse percurso ainda há bons momentos: “Pede a Ela” com Tim Maia, participações de Wagner Tiso, Milton Nascimento, Maria Bethânia, Jô Soares, Ultraje a Rigor —em suma, 50 anos da música popular de massa (quando em paz com a indústria, claro) desfilaram para suas câmeras. Valeria um programa só com essas melhores passagens.

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