Confira a receita completa do Peixe no Papillote, preparada pelo cantor Roger no programa Estrelas, da Angélica. Muito fácil e simples de fazer.
Source: Peixe no Papillote – Receita preparada pelo Roger no Programa Estrelas
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Source: Peixe no Papillote – Receita preparada pelo Roger no Programa Estrelas
Apesar de vocês
Alexandre Petillo ![]()
A música também só começou a falar diretamente ao povo, contra a repressão, com a explosão do rock brasileiro, em músicas como “Proteção”, da Plebe Rude e, principalmente, “Inútil”, do Ultraje a Rigor. A música, junto com Sócrates, Casagrande, Wladimir, representantes da Democracia Corintiana, foi cantada por milhares na Praça da Sé, na maior convenção a favor das eleições diretas para presidente do País. Resumindo: a contestação saiu da união do futebol com o rock, coisas que todo mundo captava. Transgressão, mesmo que em tempos mais leves.
Juntou sua banda, chamou os conhecidos, os mais chegados e gravou o disco que faltava para aquela multidão que pedia voto, liberdade e a Copa do Mundo, cantar em uníssono, lá na Praça da Sé. “Inútil, a gente somos inútil”.
Em 13 de janeiro de 1984, o principal nome das campanhas da Diretas, conhecido como Sr. Diretas em pessoa, deputado federal Ulysses Guimarães, declarou que ia mandar o compacto de “Inútil” para o presidente João Figueiredo. A letra dizia, entre outras coisas, que “a gente não sabemos escolher presidente/ a gente não sabemos tomar conta da gente”. A citação ratificava o jovem rock nacional como trilha sonora da década. Enquanto que, no exílio, os representantes da MPB escreviam canções e faziam filmes que, nem sempre, os mesmos compreendiam.
Naquela época, entre 1983 e 85, era preciso ter cultura para mijar na escultura. Ou seja, dava para meter a boca, desde que fizesse isso com inteligência, refinamento, sagacidade, coisas que os censores não entendiam. Mas, ainda assim, corriam o risco de ver seus LPs riscados, manualmente, como aconteceu com a Blitz.
https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1341&titulo=Apesar_de_voces
Alguns alertas de pessoas são ignorados, se os atos públicos de figuras colossais e históricas foram inúteis, well, ser inútil não desmerece ninguém.
Vou entregar a idade aqui: toda vez que ouço a palavra “inútil” eu me lembro imediatamente do Roger cantando aos brados aquele clássico do Ultraje a Rigor. Inútil, porém, nem sempre é uma palavra pejorativa: quando Bill Gates fez uma palestra maravilhosa no TED, em 2015, alertando para o risco gritante de uma pandemia de coronavírus seu esforço foi… inútil.
Source: Este artigo é inútil – ET – Estratégias que Transformam
Os 101 Melhores Álbuns Da MPB Genero: Los 101 Mejores Albums de la Música popular del Brasil (101 cds)
Por onde começar? O que foram os anos 80, difícil não lembrar dos muitos acontecimentos nessa década de ouro e como isso reflete nas nossas vidas, passados já 40 anos. Difícil também não a comparar…
Essa é uma análise rasa e ela sim, preconceituosa. O cara não é machista, ele só não consegue controlar seu sentimento. Mas nada faz de machista. O cara só não é hipócrita como o autor desse texto e como tantos outros babacas que fingem que são virtuosos. Em 85 eu já apontava essa hipocrisia.
De moderninha, não tem nada. A letra da canção cai em uma armadilha que tenta destruir – um cara tentando não ser machista, mas sendo extremamente machista. O eu-lírico não quer controlar a namorada, mas não gosta nem de deixá-la sair, e não quer que ela tenha amigos.”Eu quero levar uma vida moderninha / Deixar minha menininha sair sozinha / Não ser machista e não bancar o possessivo / Ser mais seguro e não ser tão impulsivo / Mas eu me mordo de ciúme / […]Ela me diz que é muito bom ter liberdade / E que não há mal nenhum em ter outra amizade / E que brigar por isso é muita crueldade /Mas eu me mordo de ciúme”
Source: Rolling Stone · Politicamente incorreto: 14 musicas antigas que nunca seriam lançadas hoje [LISTA]
“♫ Agora é tarde como eu fui bobo em vacilar/Mas não vou mais deixar passar aquilo que eu quiser fazer/Ainda é cedo pra uma outra chance aparecer/E dessa vez eu vou fazer de tudo pra ela acontecer.”(Agora é tarde, Ultraje a Rigor).
Source: “Os quinze minutos eternos”
Brega e Chique – 1987. Uma deliciosa trama de Cassiano Gabus Mendes, autor de primeira grandeza que participou da fase inaugural da TV no Brasil e foi responsável por inúmeros programas de sucesso. Sua novela de estreia na Globo foi “Anjo Mau”, em 1976. Nessa aqui, o personagem de Jorge Dória, o empresário Herbert Alvaray, tinha duas famílias e simula sua morte para fugir do país. Suas duas mulheres interpretadas por Marília Pêra, a chique e Glória Menezes, a brega; tornam-se amigas sem saber do “parentesco”. Naquelas viradas que amamos, Rosemere da Silva (Glória) herda uma fortuna e passa a ensinar Rafaela (Marília) a economizar depois dela ficar endividada com a “morte” do marido. O tal volta ao país com outro nome e outra cara (agora vivido por Raul Cortez). A abertura é uma das mais lembradas da história das telenovelas e mostrava um modelo nu, ao som da música “Pelado”, da banda Ultraje a Rigor. Por um tempo a famigerada censura federal exigiu que uma folha de parreira (!) fosse colocada para tapar a bunda do homem. Depois de muita negociação, a versão original voltou a desfilar todas as noites em nossas salas. A novela teve 173 capítulos.
Source: Sem Comentários: Pequeno Almanaque de uma Propaganda de Novelas – Capítulo 5