Uma questão de identidade – Jornal de Jales

Em meus dias de adolescente gostava muito de uma música do Ultraje a Rigor chamada “A festa”. A letra falava de alguém que estava se preparando para um evento no desejo de abafar. Ele ensaiava seus gestos, como se comportar, se colocava em frente ao espelho para elaborar os trejeitos e até treinava o que falar. O dia da festa chegou e, realmente, ele abafou. Sucesso total. Mas a letra termina com o autor questionando: “Mas quem eu vou ser/e o que vou fazer/quando a festa acabar?”. A ideia é mostrar que a pessoa em questão se envolveu tanto com o personagem que criou que perdeu sua referência e identidade a ponto de não saber mais quem seria o verdadeiro eu.

Source: Uma questão de identidade – Jornal de Jales

Saiba quais são as personalidades brasileiras com QI de gênio – Vírgula

02 – Roger Moreira – QI: 172 pontos

O cantor, compositor, vocalista e guitarrista da banda de rock Ultraje a Rigor, faz parte da Mensa International, mais antiga e famosa sociedade de alto QI do mundo. Os testes vocacionais que fez durante a época do colégio sempre apontaram sua aptidão para a música. Iniciou a faculdade de arquitetura, que não concluiu, mas se formou em Língua Inglesa pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Com a banda de rock Ultraje a Rigor, começou a ter sucesso no início da década de 1980, como músicas como “Mim quer tocar” e “Inútil”. Em 1985, a banda estourou com o álbum “Nós vamos invadir sua praia”, que foi disco de ouro e platina. O disco é considerado por muitos como um dos melhores do rock nacional da década de 1980.

Instagram: https://www.instagram.com/roxmo/

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GERAÇÃO COÇA-COLA | JORNAL DA BESTA FUBANA

Calma! Calma! Não é erro, não. Eu quis dizer COÇA de coçar e COLA de rabo, bunda. Isto mesmo…Lembrei da poesia em forma de música do Renato Russo e Legião Urbana, guerreiros do rock brasileiro anos 1980. Estes “jovens” rebeldes, lutando com sua música e sua crítica para mudar o país se vivos hoje, provavelmente, dariam eco aos protestos contra o PT, contra LULADRÃO e, mesmo que a contragosto lutariam pela liberdade (e a vontade da maioria democrática) defendendo, até, Bolsonaro, contra a Ditadura da TOGA SUPREMADA.Duvidam? Estes jovens músicos tinham a crítica na veia, mas eram inteligentes, coerentes e justos. Vejam qual é a posição política de um dos ícones da época, o Roger, do Ultraje a Rigor.Esta turma vivia de seu trabalho como músicos, faziam suas estripulias, mas não tinham nenhum “mimimi”, eram o que eram e pronto!Longe da turma atual, viciada em Lei Rouanet e cheia de firulas, onde tudo é preconceito, tudo machuca, ai, ui, etc.

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