O cantor (N.E.: O guitarrista, pelo amor de Deus!) Roger Rocha, da banda Ultraje a Rigor, tem 1 milhão de seguidores no Twitter. Mesmo um pouco mais cauteloso, escreveu que a demissão abala a confiança do governo. “Moro era o fiel da balança”, escreveu.
Luciano Hang e aliados criticam Bolsonaro por saída de Moro | AraraquaraNews
O músico Roger Moreira, da banda Ultraje a Rigor, que até este momento vinha apoiando Bolsonaro em qualquer que fosse a pauta, disse que perder o ex-juiz com “traição” faz com que a confiança no governo seja abalada. “Por outro lado, até o assassino de Marielle acharam e ainda não sabem quem pagou o Adélio. Nada é só branco e preto”, concluiu.
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38 frases de amor próprio para elevar a sua autoestima
Frases de amor próprio
1. Pra eu gostar de mim, me aceitar assim, eu que queria tanto ter alguém, agora eu sei, sem mim eu não sou ninguém — Ultraje a Rigor, Eu Me Amo
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ÜBERDRUSS: 300 MUSAS DA MUSICA BRASILEIRA
Ultraje a Rigor – Zoraide, Marylou, Giselda
As polêmicas que giram em torno do Festival SWU
As canções proibidas do Ultraje a Rigor
Danilo Gentili dá um “puxão de orelha” em Roger – BECO SERTANEJO
Roger se defendeu dizendo que sabia o que estava fazendo e até reclamou, dizendo que tais diálogos deveriam ficar restritos ao privado, pois certamente a imprensa iria tomar conhecimento e tirar proveito. Foi exatamente o que aconteceu.
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F5 – Celebridades – Danilo Gentili e Roger, do Ultraje a Rigor, discutem na web por vídeo com mensagem pró-Bolsonaro – 11/04/2020
50 anos do fim dos Beatles e um coleção tupiniquim especiais de covers
Se você não leu o livro “A ira de Nasi”, a biografia do Nasi, vocalista do Ira! pode ter perdido a seguinte informação: a sua banda e o Ultraje a Rigor nascem da mesma banda, a The Shittles, uma cover de Beatles que tinha Edgard Scandurra e Roger Moreira.
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Na verdade, apenas dividíamos o mesmo guitarrista.
Desmascarando fofocas da Veja
Eu sabia que isso poderia acontecer, por isso registrei a entrevista como ela aconteceu. Vejam a matéria da Veja e a entrevista. A propósito, não sei o motivo, mas Ana Soares foi despedida logo após a entrevista.
Famosos usam as redes sociais para propagar fake news da Covid-19 | VEJA SÃO PAULO: http://t.co/q1QJrWm
Oi, Roger,Tudo bom?Apuro uma matéria sobre personalidades que se pronunciam sobre coronavírus nas redes sociais. São apenas duas questões:
1) Nesta semana, você compartilhou uma foto de Bruno Covas, questionando como “o prefeito de São Paulo, fazendo quimioterapia, poderia andar no meio do povo e o presidente, não”. Mas o prefeito de São Paulo parou com suas sessões de quimioterapia em fevereiro e desde então se trata com imunoterapia, algo bem diferente. Além disso, a foto de Covas foi tirada durante a visita a um novo hospital de campanha, ou seja, em evento restrito, não “no meio do povo”. E o presidente Bolsonaro circulou por Brasília no último fim de semana, além de ter cumprimentado populares durante a manifestação do dia 15. Você tinhas essas informações sobre Covas quando fez o tuíte? E, se soube agora, acredita que o conteúdo da sua mensagem precisaria ser retificado? Por quê?
2) Há tempos você se expressa nas redes sociais sobre o cenário político (Excelente! Viva a democracia!) Mas, sobre coronavírus, como se trata de uma doença, não seria mais adequado ressaltar conteúdos de especialistas? Os posts nas redes sociais conseguem informar e traduzir a complexidade da questão? Por quê?Consegue por favor me mandar em duas horas? Meu deadline é às 18h…Obrigada e tudo de bom!–
Ana Carolina Soares
Veja São PauloTel: (11) 3037-5331
Eu acredito que tanto faz o que eu disser, jornalistas militantes ou com alguma idéia preconcebida como você distorcerão qualquer fato para se encaixar em sua própria narrativa. Eu te pergunto de volta, que diferença faz se é imunoterapia ou quimioterapia? Ou se é um evento restrito ou não? O risco não é o mesmo? E a questão não permanece, se trocássemos Covas por Dória? Ou por Lula viajando pela Europa? Percebe o que você, supostamente uma jornalista em busca da verdade, está tentando fazer?
Quanto aos “especialistas”, ninguém realmente sabe ainda como cuidar da doença. O teste demora para ficar pronto (quando disponível) e normalmente o doente já está mal quando o resultado chega. Existem tratamentos experimentais. Existem suposições de todo tipo. E existe gente usando o vírus a seu favor de diversas formas, desde política até para aumentar a audiência de seu programa ou revista. As pessoas não agem de acordo com minhas opiniões, ou de acordo com as suas opiniões ou de acordo com as opiniões do presidente. Supor que você ou qualquer um controle a população é de uma pretensão gigantesca. Supor que você está certa é de uma pretensão ainda maior, já que existem outros aspectos a ser considerados. A questão não é unidimensional e dicotômica, não é branco ou preto. De forma que cada um avalia se precisa trabalhar ou não, quais os seus riscos e avalia a vantagem de corrê-los ou não. Outros precisam trabalhar para que eu fique em casa. Eu, por exemplo,posso me dar ao luxo de ficar em casa. E não vai ser o que eu disser que vai mudar o seu comportamento, por exemplo. As pessoas procuram por opiniões que sejam já iguais às suas. Nossos cérebros nos pregam esse tipo de peças. O que há no momento é um número tão grande de informações que o resultado é a desinformação baseada em diversas opiniões, não necessariamente certas ou erradas, até que se ache a cura e, quem sabe, uma vacina. Compara-se bananas e laranjas para se chegar a conclusões incompletas. Meus posts não são sobre a doença em si, mas sobre hipocrisia, principalmente. Ou sobre ignorância. São complexos também…:)
Abraço!




