Por que artistas e intelectuais gostam tanto da esquerda | Gazeta do Povo

Existem também artistas e intelectuais de direita, e ambas as escolhas são legítimas. Nos últimos anos, alguns alcançaram um alto grau de repercussão em suas posições — por exemplo, os músicos Lobão e Roger Moreira e a atriz Regina Duarte. Até mesmo Jair Bolsonaro conta com apoiadores no meio: Amado Batista, Alexandre Frota, Eduardo Costa, Danilo Gentili e Gusttavo Lima.
Mas os artistas e intelectuais alinhados à direita ainda são minoria. Talvez seja pelos riscos que os artistas correm quando tomam qualquer posição. A cantora Anita, por exemplo, ficou no centro de uma controvérsia após começar a seguir nas redes uma velha amiga que apoia Bolsonaro. Ela apareceu num primeiro momento dizendo que não estava interessada em dar opinião e depois — apesar da declaração inicial — aderiu à campanha anti-Bolsonaro. É o fenômeno da patrulha ideológica: personalidades são instadas pelos manifestantes a tomarem posições políticas, mesmo que isso aconteça muitas vezes a contragosto.

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Os sete pecados capitais e a MPB – Revista Ideias

O complicado é encontrar quem assuma de verdade as próprias expectativas na relação com a grana, quase ninguém confessa, próprio punho, as ambições. E é por isso que termino a coluna de hoje com os improváveis rapazes do Ultraje a Rigor. Roger Moreira tratou de desmistificar aquela coisa idealizada do artista que prescinde da grana para sobreviver: “Mim quer tocar / Mim gosta ganhar dinheiro (dinhero!) / Me want to play / Me love to get the money (the money!) […] Mim gosta tanto tocar / Mim é batuqueiro (conhero!) / Mas mim precisa ganhar / Mim gosta ganhar dinheiro (dinheiro!)”.

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Entrevista com Rafinha Bastos | The Noite (21/09/18)

O The Noite Com Danilo Gentili traz muitos entrevistados interessantes e alto índice de piadas por minuto, abordando os fatos mais (e menos) relevantes do dia. A atração também conta com Léo Lins, Murilo Couto, a assistente de palco Juliana, além do irreverente locutor Diguinho Coruja. A trilha sonora fica por conta da banda Ultraje a Rigor e os comentários inteligentes são cortesia do vocalista Roger Moreira, que é requisitado no quadro “O Homem do QI 200” toda vez que surge algum “problema”.

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Jogo Aberto | Blog do PCO

Com o cenário político brasileiro que aí está, volta a cair na boca do povo a música da banda Ultraje a Rigor: “A gente não sabemos/Escolher presidente/A gente não sabemos/Tomar conta da gente/A gente não sabemos/Nem escovar os dente/Tem gringo pensando/Que nóis é indigente”… Lançada em 1983, a música “Inútil” virou hino dos jovens que saiam às ruas no movimento das Diretas Já, pedindo a volta pelas eleições diretas para a presidência da República.

Source: Jogo Aberto | Blog do PCO

A Gente Somos Inútil – LiberaPensado

Para além dos “memes”, das questões identitárias, dos discursos de ódio e das violências simbólicas e reais contra o povo, contudo, o caos vivenciado revela algo muito mais profundo. Nossa nata econômico-social (descrita por Jessé Souza como “A Elite do Atraso”), uma vez reinstalada no poder pelo consórcio jurídico-midiático-persecutor, revelou-se, afinal, plenamente incapaz de conduzir os destinos do País. É como se essa casta arrogante fosse o objeto da famosa música do “Ultraje a Rigor” que empresta título a este ensaio.

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Alerta Total: A insuportável leveza do Judiciário

Já Roger, do Ultraje a Rigor,
tenho certeza, acharia mais honesto que ele cantasse:

Morar nesse país
É como ter a mãe na zona
Você sabe que ela não presta
E ainda assim adora essa gatona
Não que eu tenha nada contra
Profissionais da cama

Mas são os
filhos dessa dama
Que você sabe como é que chama

Filha da puta
É tudo filho da puta.

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