Entrevista com Rafinha Bastos | The Noite (21/09/18)

O The Noite Com Danilo Gentili traz muitos entrevistados interessantes e alto índice de piadas por minuto, abordando os fatos mais (e menos) relevantes do dia. A atração também conta com Léo Lins, Murilo Couto, a assistente de palco Juliana, além do irreverente locutor Diguinho Coruja. A trilha sonora fica por conta da banda Ultraje a Rigor e os comentários inteligentes são cortesia do vocalista Roger Moreira, que é requisitado no quadro “O Homem do QI 200” toda vez que surge algum “problema”.

via Entrevista com Rafinha Bastos | The Noite (21/09/18)

Jogo Aberto | Blog do PCO

Com o cenário político brasileiro que aí está, volta a cair na boca do povo a música da banda Ultraje a Rigor: “A gente não sabemos/Escolher presidente/A gente não sabemos/Tomar conta da gente/A gente não sabemos/Nem escovar os dente/Tem gringo pensando/Que nóis é indigente”… Lançada em 1983, a música “Inútil” virou hino dos jovens que saiam às ruas no movimento das Diretas Já, pedindo a volta pelas eleições diretas para a presidência da República.

Source: Jogo Aberto | Blog do PCO

A Gente Somos Inútil – LiberaPensado

Para além dos “memes”, das questões identitárias, dos discursos de ódio e das violências simbólicas e reais contra o povo, contudo, o caos vivenciado revela algo muito mais profundo. Nossa nata econômico-social (descrita por Jessé Souza como “A Elite do Atraso”), uma vez reinstalada no poder pelo consórcio jurídico-midiático-persecutor, revelou-se, afinal, plenamente incapaz de conduzir os destinos do País. É como se essa casta arrogante fosse o objeto da famosa música do “Ultraje a Rigor” que empresta título a este ensaio.

via A Gente Somos Inútil – LiberaPensado

Alerta Total: A insuportável leveza do Judiciário

Já Roger, do Ultraje a Rigor,
tenho certeza, acharia mais honesto que ele cantasse:

Morar nesse país
É como ter a mãe na zona
Você sabe que ela não presta
E ainda assim adora essa gatona
Não que eu tenha nada contra
Profissionais da cama

Mas são os
filhos dessa dama
Que você sabe como é que chama

Filha da puta
É tudo filho da puta.

via Alerta Total: A insuportável leveza do Judiciário

CIRCUITO GERAL : FILMES QUE EU VI – 43: “GUNG HO – FÁBRICA DE LOUCURAS”

No campo da literatura, a Trilogia Sprawl de William Gibson traz cultura e economia mundiais marcadas pela dominância nipônica. E, no âmbito da música, temos a contribuição um tanto atrasada do Ultraje a Rigor, com seu não-hit de 1992, “Vamos Virar Japonês”. Pois é. É também desta fonte que “Gung Ho – Fábrica de Loucuras” bebe ao se propor enquanto uma comédia dramática retratando as dificuldades dos trabalhadores de uma fábrica de automóveis japonesa na Pensilvânia, ameaçada de fechar devido à baixa produtividade.

via CIRCUITO GERAL : FILMES QUE EU VI – 43: “GUNG HO – FÁBRICA DE LOUCURAS”